O GRÊMIO NÃO PRECISA DE PACIFICAÇÃO!

Tenho ouvido a alguns anos que o Grêmio precisa de pacificação. Quem pede pacificação é quem está no poder e quer manter os mesmos erros, posturas e companhias que vem causando o ocaso do nosso clube.

O que precisamos sim é de uma GUERRA ABERTA a este tipo de gestão, gestão através de conchavos, de nomes impostos por grupos que não querem largar a teta, de pessoas que ficam historicamente circulando o poder e passam a ter a força do pequeno poder, porém sem nenhum benefício verdadeiro ao clube.

Como podem pedir pacificação quando colocam o Cesar Pacheco, o mesmo que adotou uma estrela de Órion em 2008 e agora disse que precisamos de uma poção mágica, para cuidar do futebol, quais predicados tem este senhor nesta área? Como tem se atualizado na velocidade que o futebol impõe para fazer a gestão do negócio fim da instituição Grêmio? Não posso acreditar que era o único disponível para isto, se queriam pacificar o clube, por que não buscaram outros nomes em outros grupos que não os que circundam o poder?

Como exigir pacificação quando o diretor remunerado de futebol tem um índice de acerto muito baixo, mas não é demitido porque faz parte dos amigos do Rei.

C.K. Prahalad, um autor muito conhecido de quem estuda e aplica gestão em grandes empresas, que foi doutor em Administração por Harvard, professor titular de estratégia corporativa do programa de MBA da Universidade de Michigan, tem uma frase que demonstra bem este momento do Grêmio:

“Daqui para frente você vai ter de escolher: ou mudanças profundas ou a morte lenta. ”

O Grêmio precisa de mudanças profundas e para isto, não me falem em pacificação, me falem em ações realmente fortes e que extirpem este câncer que tomou conta do formato de gestão do nosso Grêmio.

Este texto é de total responsabilidade minha, não sendo a opinião oficial do grupo.

Fernando Junqueira