O GRÊMIO voltou a “ser violento”, ainda bem!

Que gostoso ouvir nos programas do centro do país que o Grêmio bateu e foi malandro no jogo de ontem contra o Corinthians.

 

Aquela "violência" que falavam nos anos 90. Que para nós era "pegada" e nos levava a títulos.

 

Mesmo eu, que sou crítico das soluções do passado para arrumar as questões do presente, não posso deixar de valorizar esta marca do Grêmio, ou seja, intimidar os adversários, fazê-los sentir medo de jogar aqui, coisa que não vinha acontecendo nos últimos tempos, muito pelo contrário, via-se os jogadores do Grêmio impassíveis diante de fracassos.

 

Ontem não! Ontem, qualquer que fosse a rusga, a menor que fosse, todos os jogadores iam para o confronto.

 

Sou crítico do Felipão pelo que ele tem feito no futebol nos últimos anos, não pelo que ele fez pelo Grêmio (por isto, serei eternamente grato), e quem me acompanha sabe que esta minha opinião é anterior ao jogo contra a Alemanha na Copa do Mundo, mas, se ele recuperar esta marca do inconformismo gremista, de não aceitar a derrota e, principalmente de intimidar o adversário, ao ponto de hoje a imprensa do centro do pais estar destacando a “violência” Tricolor, já me fará rever esta minha opinião.

 

Que não seja por um jogo apenas, mas que ontem me lembrei de um time vitorioso da época de 90, ah, me lembrei.

 

Quase vi o Dinho ontem no campo dando carrinho nos adversários, até pensei que o Paulo Nunes (des)pintou o cabelo, deixando preto e atendendo pelo nome de Dudu.

 

Enfim, ser gremista é isto, é acreditar que a alma tricolor supera a qualquer organização e planejamento, é acreditar que a mística do manto sagrado que não deixa a cancha sem lutar até o último segundo.

 

Que não seja apenas por um jogo!!